Campeche, morro do lampião, riozinho e surf.

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Subimos o morro do Lampião para mostrar o Campeche de outra perspectiva, lá de cima.

O Campeche é um lugar intrigante, um lugar onde o urbano e o rural se confundem. É possível ouvir o barulho dos automóveis, o som do mar, ver as embarcações de todos os tamanhos; ouvir o galo cantando de manhã, a coruja piando à noite. Também é possível encontrar pelas ruas e com toda naturalidade bois e cavalos, ou cruzar com um bando de saguis nos galhos das árvores. Ou ainda, ouvir e ver uma gralha azul aos berros. Tudo isso! E tem mais, você pode curtir o agito da praia no verão, ver gente bonita e descolada; surfar, e dar a sorte de ver o boto cruzando à praia na sua extensão ou uma baleia franca. Pode dar a sorte de cruzar pelo caminho com uma das inúmeras gatas do lugar, ou um cara, você é quem sabe.

Têm mais coisas incríveis ai, a paisagem natural é privilegiada, com área de restinga, dunas, aves como o falcão, que ocorre nessa parte da Ilha, e também deparar-se com imensos condomínios, que estão surgindo de toda parte. Você sabia que o autor de O Pequeno Príncipe, Saint Exupery, era habitue do lugar. Isso mesmo, ele fazia a rota Paris-Buenos Aires, pilotando um avião e curtia um descanso por aqui. Por isso, da Avenida geral do Campeche ter este nome, certamente uma homenagem ao visitante ilustre. Têm até um marco, na esquina da Avenida Pequeno Príncipe e Rua da Capela. Nesta mesma rua, pouco antes de se chegar ao mar, temos uma capela charmosa, Capela de São Sebastião. Você sabe é aquele santo católico que tem o corpo fechado. Ops! É aquele cheio de chagas, das flechas.

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Mas não termina por ai, tem a história da Ilha.

A Ilha do Campeche é um lugar que você não pode deixar de ir! Você sabia que lá existem inscrições datadas de milhares de anos deixadas pelo homem. Isso mesmo, o ancestral americano. Já pensou nisso, um cara como eu ou você, ou vários deles, reunidos ali naquele lugar cinematográfico resolveram registrar na pedra sua passagem. Agora, por favor né, a sua passagem por lá, só registre em fotografia tá. É como se ele quisesse nos contar sua história. Além disso, de frente para Ilha, no período de maio a junho, os pescadores locais, praticam a pesca artesanal da tainha.

São milhares de tainhas nas redes todos os anos.

Vale à pena conferir, a pesca e depois uma tainha assada, não deixe de experimentar a ova.

A gente deu a dica, “o por fazer” é com você!

Por: Marcelo Ferraro

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